ANEAM - Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais

24-08-2015

INPE APRESENTA TAXA DE DESMATAMENTO CONSOLIDADA DO PRODES 2014

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O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), concluiu o mapeamento e o cálculo da taxa de desmatamento na Amazônia Legal para o período agosto de 2013 a julho de 2014, atividades realizadas no âmbito do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES). O resultado final do estudo computou uma taxa de 5.012 km2/ano.

 

Este valor confirma a segunda menor taxa de desmatamento registrado na Amazônia Legal desde que o INPE começou a medi-la, em 1988.

 

Trata-se de uma redução de 15% em relação à taxa do período anterior – PRODES 2013, em que foram medidos 5.891 km2.

 

A tabela abaixo apresenta a distribuição da taxa de desmatamento nos estados que compõem a Amazônia Legal:

O PRODES computa como desmatamento as áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal – o corte raso.

 

O valor da taxa consolidada, obtida após o mapeamento de 214 cenas do satélite americano Landsat 8/OLI, é aproximadamente 3% acima do estimado pelo INPE em final de novembro de 2014, que foi de 4.848 km2, cálculo gerado à época com base em 89 imagens do mesmo satélite e que cobriram a área onde foram registrados mais de 90% do desmatamento no período anterior (agosto/2012 a julho/2013) e também os 43 municípios prioritários para fiscalização referidos no Decreto Federal 6.321/2007 atualizado em 2009.

 

Redução

 

O resultado indica eficácia no combate ao desmatamento, particularmente a partir da criação, em 2004, do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Casa Civil da Presidência da República. Houve uma redução de mais de 80% desde 2004, conforme indica a série histórica apresentada a seguir.

 

Confira abaixo a evolução da taxa desde 2004 por estado e para toda Amazônia Legal:

Mais informações na página www.obt.inpe.br/prodes

 

Fonte: MundoGEO

 

 

 

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